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10 fevereiro, 2012
Boa Noite - Topo Gigio 1981
Porque hoje foi dia de memórias de infância, deixo-vos com o meu preferido de sempre... TOPO GIGIO!
27 dezembro, 2011
childhood memories
Houve Dirty Dancing, houve Cocktail, houve Top Gun, houve Pretty Woman... mas também houve Oficial e Cavalheiro.
Houve Hungry Eyes, houve Kokomo, houve Take My Breath Away, houve It Must Have Been Love... mas também houve Up Where We Belong.
Houve Baby & Johnny , houve Jordan & Brian, houve Charlie & Maverick, houve Vivian & Edward... mas também houve Paula & Zack.
Todas estas historinhas surgiram na mesma década, a de ouro para muitos, onde, pelo menos para nós, as princesas ainda eram princesas e tinham os seus príncipes encantados, assim como os seus contos de fadas.
Oficial e Cavalheiro foi a primeira de todas estas histórias, surgindo em 1982, com um Richard Gere novinho, novinho (ainda sem grisalhos!). É talvez o menos conhecido e visto, talvez porque é mais antigo e surgiu numa altura em que esta geração era ainda muito pequena, talvez porque a história é mais pesada e mais "à frente", arriscando os padrões dos contos de fada...
De qualquer forma, eu vi muitas vezes e, mesmo que não saiba todas, arrisco numas falas de cor. :)
12 dezembro, 2011
Childhood memories
"Vem brincar, traz um amigo teu, e, ao chegar, tu vais poder também, ensinar como se vai até à Rua Sésamo..."
Sou do tempo em que a Alexandra Lencastre era a Guiomar da Rua Sésamo e falava horas a fio com o Poupas, um pássaro gigante e amoroso, entre muitas outras personagens, umas humanas, outras bonecos gigantes, que animavam as minhas vindas da escola.
Não aprendi a ler ou a contar com a Rua Sésamo, nem mesmo a falar inglês, mas é certo que me proporcionou muitos agradáveis regressos da escola ao final da tarde. E, esta música jamais esquecerei, sei de cor até hoje! ;)
26 outubro, 2011
Miss Piggy - A Fashion Icon...
She grew up in a small town in Iowa; her father died when she was young and her mother wasn't that nice to her. She had to enter beauty contests to survive, as many single women do. She has a lot of vulnerability which she has to hide, because of her need to be a superstar.
Frank Oz, voz de Miss Piggy
New York Times, 1979
Em Fevereiro do próximo ano, Os Marretas terão um novo filme, que trará de volta aos grandes ecrãs a grupeta que fez sucesso nos anos 70 e 80. De volta "à berra" estará também Miss Piggy, a porca mais vaidosa e mais fashion que a televisão já conheceu.
Sempre em tons de rosa e com penteados adaptados à época e à circunstância, Miss Piggy sempre esteve ligada à moda, tendo dado "os primeiros passos" nessa áurea década de 70/ 80... com os enchumaços, permanentes, folhos e rendas.
Num cenário a que actualmente chamamos de vintage, Miss Piggy ditava as regras não só junto do Sapo Cocas, eterno namorado, mas também junto de um público que a aclamava e de nomes da moda e do espectáculo que a receberam "de braços abertos". Na altura, a porca mais conhecida do mundo fazia videoclips, passagens de modelos e até sessões fotográficas, tendo ultrapassado largamente a popularidade dos restantes Marretas.
Com o passar dos anos, os Marretas foram desaparecendo da televisão, embora nunca tenha sido por completo e, pontualmente, surgissem aqui ou ali, tendo sido o último filme da grupeta passado no final dos anos 90. Quem nunca desapareceu foi Miss Piggy, que foi sempre dando o ar da sua graça aqui e ali, principalmente no que tocava a eventos de moda. Em 2009, chegou mesmo a vestir uma criação de Marc Jacobs.
E penso que é aqui que começa uma saga, que alcançou o seu ponto alto na última edição da revista In Style, que conta com um editorial dedicada a Miss Piggy, e onde a porca enverga a mais querida alta costura, desde a cabeça... aos pés!
Giles&Brother
Opening Ceremony
Suno
Jason Wu
Prabal Gurung
Brian Atwood
Trata-se, é certo, de uma pré-promoção para o filme que irá estrear em Fevereiro, onde Miss Piggy surge como (a nova) editora de moda (para pesos pesados!) da Vogue Paris. Portanto, a porca está mais fashion do que nunca!
Para o lançamento do filme, Miss Piggy terá ainda direito a uma edição especial de vernizes O.P.I e uma colecção exclusiva M.A.C.
Podemos dizer que Miss Piggy nasceu para o estrelato! mais do que a nuvem cor-de-rosa, cheia de laços, folhos e caracóis, que conhecemos nos anos 70 e 80, Miss Piggy evoluiu e adaptou-se aos tempos modernos e à actual moda dos estilistas, marcas de luxo e de cosmética, transformando-se na boneca mais fashion do panorama e, com certeza, a porca mais invejada...
23 outubro, 2011
17 outubro, 2011
Childhood Memories
"Era uma vez os três, os famosos moscãoteiros..."
E assim começava um dos genéricos mais esperados das minhas tardes de criança.
Os Três Moscãoteiros passaram várias vezes nos dois canais (a loucura!) que havia na altura, mas das vezes que melhor me lembro foi no Agora Escolha, enquanto esperávamos por saber se iríamos ver o Esquadrão Classe A ou o Anjo na Terra.
Para mim era um verdadeiro delírio. O que eu gostava de acompanhar as aventuras do Dartacão e dos seus amigos mosqueteiros, e o romance com a Julieta, as maldades do cardeal Richelieu ou as seduções perigosas da Mileide. Era um enredo sem fim, trazendo a história de Alexandre Dumas não só para a banda desenhada, como também transformando os heróis em cães.
03 outubro, 2011
Childhood memories
"Palavras cruzadas, caminhos cruzados, sem hora marcada pelo coração..."
Em 1986, as telenovelas portuguesas estavam na moda. No fundo, gozavam ainda de um sucesso que vinha da Vila Faia e que, mais tarde, a TVI veio "recuperar" com as suas produções.
Muitos dos actores ainda são os mesmos, embora agora sejam os pais ou avós das ficções. Existia uma qualquer magia nestas produções, que nos criavam interesse e vontade de seguir religiosamente. A bem da verdade, a oferta televisiva também não era tão grande e, olhando de agora, era tudo muito mal feito... mas nós gostávamos e não perdíamos.
No caso de Palavras Cruzadas, da história em si pouco me lembro, mas o genérico sei de cor até hoje. Ficou-me na cabeça, mesmo que a sua qualidade seja, em muito, duvidosa :)
18 setembro, 2011
Childhood memories
"Vês passar o barco rumando para o sul... Tu andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer..."
Não são precisas muitas palavras para falar sobre Tom Sawyer, que nos acompanhou durante muitos e bons anos e nos levou a acompanhar as suas rebeldias junto ao Mississipi, sempre acompanhado do seu amigo Huckleberry Finn.
12 setembro, 2011
Childhood Memories
"... I can change and you can change, everybody can change!"
É com esta célebre frase que Rocky Balboa termina o seu discurso vitorioso na, ainda então, URSS. Mais do que uma frase bonita de filme, mais do que frase forte de "filme de porrada", esta era uma mensagem política, à semelhança de tudo o que se passava no errendo de Rocky V, embora, na altura, eu não fizesse ideia.
Para mim era, e ainda é hoje, pois está na minha memória como tal, um filme que via quase diariamente com o meu irmão. Tinhamo-lo em VHS (lol) e quase todos os dias puxavamos para trás cerca de 15 a 20 minutos para ver o combate final, o entusiasmante combate final.
A sequência de cenas dos treinos de Rocky também foram muito vistos, é verdade, mas nada como o combate final... uma adrenalina imensa ver o nosso herói quase a perder, para, em minutos, virar tudo, e ganhar valentosamente!
Não tive a mesma paixão pelos outros Rockys, embora tivesse visto todos. Rocky V tinha outro encanto, foi o melhor de todos, a história de Rocky alcança o seu auge.
Tem também a seu favor, a maravilhosa banda sonora, tocada até hoje entre nós.
Rocky V entra para a minha história como um dos filmes que sei as legendas de cor, e, a bem da verdade, não são assim tantos.
25 julho, 2011
Childhood memories
Cocktail e Tom Cruise
Apareceram a seguir ao Dirty Dacing, em 1988, e trouxeram uma nova especie de romance, mais moderno do que o de Baby e Johnny, e um novo idolo, mais novo do que Patrick Swayze.
A seguir a Cocktail seguiram-se muitos filmes dentro do género e Tom Cruise foi um idolo para ficar, tendo-se adaptado aos tempos e às vontades do público feminino.
18 julho, 2011
Childhood memories
"Chorando se foi quem um dia só me fez chorar..."
Mais umas das músicas que, durante muito tempo, quis dançar, tentando imitar as miúdas do vídeo insistentemente. É talvez a mais tentada depois do Dirty Dacing.
Na altura, representou também uma nova dança que, até então, não era conhecida, a Lambada. O género vinha o Brasil e era muito "à frente" para altura. É que, embora estivessemos nos anos 80, Portugal tinha saído da ditadura há pouco mais de dez anos e era ainda, podemos dizer, um pouco conservador. Não foi um escândalo, não, mas causava aqueles risinhos de ser uma dança moderninha e muito sensual.
Mais de vinte de anos depois continua actual e, muitos de nós, continuamos a tentar dança-la sempre que toca em algum lugar. Prova disso, é também a recente adaptação da Jennifer Lopez com Pitbull , daquelas que é tão má, que é impossível resistir e não achar até alguma piada.
11 julho, 2011
Childhood Memories
"Ai Agostinho... Ai Agostinha..." uma rubrica de humor de Ivone Silva e Camilo de Oliveira, originalmente gravada para o programa Sabadabadu, de 1983. Mais tarde, ainda nos anos 80, foi reposto, e penso que sará dessa reposição que me lembro.
A musiqueta era sempre a mesma, assim como os figurinos, sendo que mudavam as introduções dos dois humoristas, mas sempre à volta do mesmo tema: a politica, a crise, as questões sociais... Lembrei-me deste vídeo esta semana e, ouvindo-o, chego à (triste) conclusão que, passados quase 30 anos, estamos na mesma...
Em 1983 atravessavamos uma crise, pedimos ajuda externa e, após um período em que até nos levantamos e andámos mais ou menos bem, voltámos ao mesmo... ao que parece, não só a moda é ciclica!...
Enfim, eu lembro-me bem destes "agostinhos", que proporcionaram serões bem animados lá em casa e que me deixam a cantar e a tentar imitar... o resto... bem, o resto, não podia ser mais actual.
Afinal existem childhood memories que nos acompanham na vida adulta, de forma muito actual!
05 julho, 2011
Childhood Memories
"Sa Sassaricando todo o mundo leva a vida no arame..." e assim começava mais um serão dos anos 80, em casa de muitos dos portugueses. Era mais uma telenovela, mas um pouco diferente das habituais, mais divertida, cómica... com muito, muito humor, à mistura de história quase(totalmente) absurdas.
Histórias tão absurdas como a da "cobra está fumando... a cobra está fumando" - E está é só mesmo para quem se lembra de Sassaricando e das suas cenas mais divertidas e marcantes.
De resto, o elenco estava repleto de personagens deliciosas, e que vivem até hoje nas nossas memórias e imaginário, como a (grande) Tancinha, interpretada por Cláudia Raia.
Sassaricando é de 1987, sendo que deverá ter passado em Portugal em 88, ou à volta disso. Entre os que, na altura, eram miúdos foi um sucesso e deixava-nos a falar por horas e a imitar a Camila, a Fedora ou até mesmo a Tancinha. Na minha escola era assim. :)
28 junho, 2011
Childhood Memories
"Nobody puts Baby on the corner" é provavelmente das frases mais ouvidas pela geração de 80, que viu, vezes sem conta, o filme que fez as maravilhas de todos. Acredito que, ainda hoje, muitos de nós (geração de 80) o revemos de bom grado...
Dirty Dacing é de 1987 e colocou-nos (durante anos!!!) a tentar copiar os passos de dança de Baby e Johnny. A parte do salto é a mais apetecida e famosa... quem nunca tentou ou desejou tentar?
20 junho, 2011
Childhood memories
Tieta... levante a mão quem não se lembra. :)
Uma das mais marcantes e vistas telenovelas brasileiras do final dos anos 80, com personagens inesquecíveis, como a Mulher de Branco, o Timóteo e a Elisa, a Pérpétua, Carmozina, Zé Esteves, Bafo de Bode e tantos outros, sem esquecer, claro, a própria da Tieta!
O regresso de Tieta é, talvez, um dos momentos mais marcantes e mais vistos. Quem não queria saber como iria Tieta regressar mais de 20 anos depois? e a história, na verdade, começa com força aqui.
Tieta passou em Portugal três vezes... posso dizer que a vi de todas elas, do principio ao fim e, sempre, com o mesmo entusiasmo.
07 junho, 2011
Childhood memories
Está na hora da caminha, vamos lá dormir...
Este é talvez dos acordes mais conhecidos da chamada geração final de 70/ inicio de 80. Quando tocava significava que tinha chegado a hora de dormir e, pelo menos em minha casa, era regra: dava o Vitinho, era para ir para a cama.
Em minha casa, o Vitinho era uma verdadeira paixão e havia vários tipos de bonecos e almofadas desta personagem, para além de se comer a papa, só porque tinha o boneco na caixa. Enfim, existia realmente uma "paixão" enorme pelo Vitinho.
Para além de ter conquistado boa parte das crianças da minha geração, o Vitinho, hoje com mais de 25 anos, foi também das primeiras mascotes portuguesas de grande sucesso... é que o "vitinho", como todos lhe chamam ainda hoje, não era mais do que a mascote da papa Milupa, que ganhou vida para patrocinar a "música de ninar", após o jornal da noite.
Houve quatro versões, em 86, 89, 91 e 94. Confesso que apenas as duas primeiras têm um peso grande nas minhas memórias, embora as mais recentes também sejam muito familiares.
Esta é a primeira edição, cantada pela Isabel Campelo salvo erro, e da qual guardo o vinil até hoje!
Boa noite, Sonhos lindos, Adeus e Até amanhã
23 maio, 2011
Childhood memories
A propósito dos 125 anos da mais famosa bebida do mundo, lembrei-me de um dos anúncios mais conhecidos, e cantados, da minha geração: "Cantar, dançar, sentir-me emoção de uma Coca-Cola... sensação de viver". E podia continuar por aqui fora, sei toda e já lá vão mais de 20 anos.
A dança na chuva (ao segundo 46/47) era deiliciosa para mim de ver... ainda hoje é, confesso. :)
18 maio, 2011
Chidhood memories
Dizem que Roque Santeiro, um homem debaixo de um canto, ficou defendendo o seu canto e morreu...
Em 1985 foi um verdadeiro sucesso e marcou uma viragem nas telenovelas brasileiras, que até então tinham passado em Portugal.
Um Portugal com apenas dois canais e (apenas...) uma telenovela no ar (de cada vez...).
Os adultos gostavam e as crianças, como eu na altura, vibravam! Eram as cores, a "anormalidade" das personagens, as músicas...
Roque Santeiro foi visto e cantado, ainda hoje sei boa parte das músicas... quem não se lembra da "Dona", música da extravagante viúva Porcina? ou até mesmo do génerico, ou do lobisomem?
O sucesso foi tão grande que havia uma caderneta de cromos e colecção de postais! Até onde me lembro, mais nenhuma telenovela brasileira conseguiu alcançar este feito...
Mas, muito mais do que tudo isto, Roque Santeiro representava uma forte critica social: o santo que não é santo, a farsa da viúva, o romance do padre,...
"'Tou certo ou 'tou errado?" :)
10 maio, 2011
Childhood Memories
Em noite de Festival da Canção, relembro o que era um "festival da canção" nos anos 80... Há muitos anos que este acontecimento não tinha a visibilidade que está a ter hoje, ainda assim, tenho que dizer que não é a mesma coisa.
Eu sou do tempo em que o festival da canção ainda era um grande acontecimento. Não politico ou de movimento, como ouvi hoje chamarem, mas sim um acontecimento social e, mais do que isso, familiar. Em minha casa, todos nos sentavamos a ver o festival e trociamos por Portugal, verdadeiramente.
Lembro-me que, semanas antes, as músicas a concurso passavam na televisão, à noite, penso que antes ou depois do telejornal, não consigo precisar. E, depois, na grande noite, as actuações eram apreciadas e comentadas, em tom sério. Lembro-me também que Portugal nunca ganhava e ficava, quase sempre, nos últimos lugares, mas até isso já fazia parte e era, de alguma forma, bem aceite. Afinal, era mesmo o convivio que mais interessava.
Sou tempo da Dora com o seu "Não sejas mau para mim", da Anabela com "A cidade até ser dia", dos DaVinci com "O conquistar", da Nucha com "Sempre há sempre alguém", da Dulce Pontes com "Lusitânia Paixão" (das melhores votações que já tivemos, até onde me lembro), da Sara Tavares com "Chamar a música". Mas, apesar de ter cantado todas estas músicas até à exaustão e, de bom grado, saber a letra de praticamente todas elas de côr, nenhuma me tocou com a Dina e a sua salada de frutas com "O amor de água fresca".
Adorava este clip, que, durante semanas, deu todos os dias à noite, até à noite do esperado festival. Gravei-o até. Tenho pena que a qualidade deste vídeo não seja a melhor, pois gostava realmente de o rever. Se a memória não me falha, o actor que entra é o Ricardo Carriço, ainda desconhecido aqui.
02 maio, 2011
Childhood Memories
Twin Peaks, a famosa série da RTP2, numa altura em que só tinhamos dois canais.
Todos queriamos ver para saber qual teria sido a "sorte" de Laura Palmer. Na verdade, não me lembro bem da história, a não ser do contexto geral, claro está. Sequer me lembro de ver os episódios todos... Mas, a música, essa sim faz parte da minha infância. Mais do que isso, é mesmo incontornável.
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